Nas ondas do mar, o som de um violino azul tocando para ti

Domingo, 26 de Fevereiro de 2012

O meu nome... Sou eu!



Podes me chamar... O que quiseres
Aos poemas que acariciei
As letras que respirei
Nas minhas veias correram
Como sangue
Sou eu!
Eu sou ramo
Sou terra
Sou a palavra velha
Usada que já não serve

Sou Eu
As algas que respirei
Neste mar de Palavras
Sou Eu!
Eu Sou o nome que vestiu
O sonho e a dor da perda
Esse nome....Sou Eu!
Porque no poema
Está o meu coração
Num nome... que é o meu....
HAERE MAI
Beijo azul

Domingo, 27 de Novembro de 2011

Mãos


As tuas mãos
 Trazem afagos
Nas horas tardias
Quando nada mais resta.

 A estrela que me ofereces-te
Cintila de  luz
  Iluminando as noites turvas
No caminho  esperando  viagem

Caminho para o cume
Do grande silêncio
E lá no infinito
Brilhará sozinha

Em cada ponta um dedo
Como um Sol
Que te afagará
Nos momentos penosos
O teu coração de diamante.

Violino azul

Domingo, 9 de Outubro de 2011

Ofereceste-me um poema


Recordo o encantamento das palavras
Musicadas de bem-querer
Nas melodias encontradas
Em cada amanhecer

Foram rosas, foram duetos
As sinfonias bem orquestradas
Deste permanecer

E na amizade construída
Nasceram mil sois

Hoje iluminam-me a vida
Num poema pintado
Nas cordas de um violino
Para Ti tocado

By Violino Azul

09/10/2011

Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Harmonia


Hoje….
Hoje estou aqui de espírito liberto
E na liberdade dos sentires digo… Paz
Na paz de espírito te digo … Amor
E nesse amor está contida a Força
Na força do querer o Desejo
Desejo de que estejas em Harmonia
E na harmonia vivas a Tranquilidade
Porque este é o único desejo da Amizade

Amizade que te sinto
Mesmo nas ausências

Nunca estará ausente
Quem mora no meu peito
Porque existem janelas abertas
As janelas dos meus e dos teus olhos
Nos horizontes em nós

Beijo azul

9/7/2011

A paz é a forma mais bela de felicidade
William Ellery Channing

Domingo, 5 de Junho de 2011

Tempestade de afectos



Sinto o fogo da tua ausência
Dói como setas flamejantes no meu peito
Sinto o ruído surdo do vendaval dos afectos.
Nas revoltas de intempéries sem farol

Atravesso o desconhecido com ancoras de solidão
Vivo o segredo repartido das amarras da ilusão
Onde imperam Luas cheias de cânticos...
E Sois como dedos sequiosos de paixão

Está tudo tão longe e tão perto
Á distancia de galáxias estrelares
De azuis que guardo em baús esquecidos

Preciso atravessar o deserto de luz
Que me leva ao meu Mundo esquecido
E as lágrimas orvalhadas de mel que seduz
As tempestades sem ondas de cristal perdido

Em turbilhão de areias de marés desertas
Em vales Lunares que acabarão florindo
Neste coração perdido nas horas incertas.

By beijo azul